
Crack
A droga, consumida antes por usuários de baixa renda, agora atinge a classe média.
O Crack funciona de forma diferente no organismo do usuário, um subproduto da cocaína, portanto todos os efeitos provocados pela cocaína ocorrem com ele. Porém, a via de uso dessa forma – via pulmonar – faz toda a diferença. Assim que são fumados, alcançam o pulmão, levando a uma absorção instantânea. Por meio do pulmão, caem quase de imediato na circulação cerebral, chegando rapidamente ao cérebro.
Os primeiros efeitos já ocorrem em 10 a 15 segundos e já começa a produzir seus efeitos. Se os prazeres físicos e psíquicos chegam rápido, os sintomas da síndrome de abstinência também não demoram. Em poucos minutos, surge de novo à necessidade de inalar a fumaça de outra pedra de crack. E, assim, surge um novo dependente. Os problemas são ainda mais sérios quando se tratam de crianças e adolescentes, pois o sistema nervoso ainda está em desenvolvimento.
Essa característica faz do crack uma droga “poderosa” para o usuário, já que o prazer acontece quase que instantaneamente após uma “pipada”.
No entanto, a duração de seus efeitos é rápida. Em média, dura em torno de cinco minutos.
O crack provoca ainda um estado de excitação, hiperatividade, insônia, perda de sensação do cansaço e falta de apetite. Podem produzir um aumento das pupilas (chamada “visão borrada”), dor no peito, contrações musculares, convulsões e até coma. No sistema cardiovascular, os efeitos são mais intensos. A pressão arterial pode se elevar e o coração bater rapidamente (taquicardia). A morte também pode ocorrer por conta da diminuição da atividade de centros cerebrais que controlam a respiração.
O que fazer com meu filho, amigo, vizinho, pais que usam do crack? Espero morrer? Espero ser preso por cometer algum crime para sustentar o vicio? Essas são as perguntas mais realizadas pelas pessoas que convivem com algum tipo de dependente ao seu redor. A carência na informação e a desigualdade social que impossibilita o menos favorecido de conseguir uma internação são pontos que precisam ser revistos pelas autoridades e assim, iniciar o desenvolvimento de uma ajuda imediata que ofereça oportunidade a todos.
A dependência de crack se tornou um grave problema de saúde pública em todo país, uma verdadeira epidemia. Como tal, seu controle depende de ações conjuntas e bem articuladas que envolvam diversas instâncias do poder público, além de entidades da sociedade civil organizada.
Por isso algumas autoridades já iniciaram projetos de conscientização e prevenção, é o caso da Prefeitura Municipal de Campinas, que em parceria com o Projeto “Sou feliz sem drogas” inicia após o recesso das escolas, um trabalho forte junto aos alunos, pais e professores, informando os malefícios das drogas licitas e ilícitas, tentando assim, pegar o mal pela raiz através de cartilhas educativas para as crianças, palestras educativas nas escolas publicas e privadas, além de outras atividades permanentes e ajudando aqueles que desejam ser ajudados através de encaminhamentos para os serviços disponíveis na cidade.
Acreditando assim, diminuir o consumo de crack, pois trabalhando a conscientização e prevenção infantil, média e adulta, atingiremos um todo constantemente, e com certeza essas crianças se tornaram pais orientados que educaram bons filhos e só assim o nosso maior patrimônio, a vida, ficará longe do pior mal do século, as drogas.
A droga, consumida antes por usuários de baixa renda, agora atinge a classe média.
O Crack funciona de forma diferente no organismo do usuário, um subproduto da cocaína, portanto todos os efeitos provocados pela cocaína ocorrem com ele. Porém, a via de uso dessa forma – via pulmonar – faz toda a diferença. Assim que são fumados, alcançam o pulmão, levando a uma absorção instantânea. Por meio do pulmão, caem quase de imediato na circulação cerebral, chegando rapidamente ao cérebro.
Os primeiros efeitos já ocorrem em 10 a 15 segundos e já começa a produzir seus efeitos. Se os prazeres físicos e psíquicos chegam rápido, os sintomas da síndrome de abstinência também não demoram. Em poucos minutos, surge de novo à necessidade de inalar a fumaça de outra pedra de crack. E, assim, surge um novo dependente. Os problemas são ainda mais sérios quando se tratam de crianças e adolescentes, pois o sistema nervoso ainda está em desenvolvimento.
Essa característica faz do crack uma droga “poderosa” para o usuário, já que o prazer acontece quase que instantaneamente após uma “pipada”.
No entanto, a duração de seus efeitos é rápida. Em média, dura em torno de cinco minutos.
O crack provoca ainda um estado de excitação, hiperatividade, insônia, perda de sensação do cansaço e falta de apetite. Podem produzir um aumento das pupilas (chamada “visão borrada”), dor no peito, contrações musculares, convulsões e até coma. No sistema cardiovascular, os efeitos são mais intensos. A pressão arterial pode se elevar e o coração bater rapidamente (taquicardia). A morte também pode ocorrer por conta da diminuição da atividade de centros cerebrais que controlam a respiração.
O que fazer com meu filho, amigo, vizinho, pais que usam do crack? Espero morrer? Espero ser preso por cometer algum crime para sustentar o vicio? Essas são as perguntas mais realizadas pelas pessoas que convivem com algum tipo de dependente ao seu redor. A carência na informação e a desigualdade social que impossibilita o menos favorecido de conseguir uma internação são pontos que precisam ser revistos pelas autoridades e assim, iniciar o desenvolvimento de uma ajuda imediata que ofereça oportunidade a todos.
A dependência de crack se tornou um grave problema de saúde pública em todo país, uma verdadeira epidemia. Como tal, seu controle depende de ações conjuntas e bem articuladas que envolvam diversas instâncias do poder público, além de entidades da sociedade civil organizada.
Por isso algumas autoridades já iniciaram projetos de conscientização e prevenção, é o caso da Prefeitura Municipal de Campinas, que em parceria com o Projeto “Sou feliz sem drogas” inicia após o recesso das escolas, um trabalho forte junto aos alunos, pais e professores, informando os malefícios das drogas licitas e ilícitas, tentando assim, pegar o mal pela raiz através de cartilhas educativas para as crianças, palestras educativas nas escolas publicas e privadas, além de outras atividades permanentes e ajudando aqueles que desejam ser ajudados através de encaminhamentos para os serviços disponíveis na cidade.
Acreditando assim, diminuir o consumo de crack, pois trabalhando a conscientização e prevenção infantil, média e adulta, atingiremos um todo constantemente, e com certeza essas crianças se tornaram pais orientados que educaram bons filhos e só assim o nosso maior patrimônio, a vida, ficará longe do pior mal do século, as drogas.
Nelson Hossri Neto