10 de jun de 2016

LANÇA PERFUME - CUIDADO

Uma Pergunta, Uma Resposta

Quais os riscos do lança-perfume?

O lança-perfume é uma mistura de eter, clorofórmio, cloreto de etila (cloretila) e essência perfumada, embalada de forma líquida e pressurizada. Seu uso era praticamente restrito ao Carnaval, durante o qual as pessoas brincavam de esguichá-lo nos outros, provocando uma sensação de "geladinho".

Com o tempo, passou-se a utilizar o lança-perfume para inalar, geralmente embebido em um lenço, aspirando-o pela boca ou pelo nariz para obter uma certa euforia, excitação ou alucinação.
O efeito esperado de euforia, no entanto, geralmente dá lugar a uma fase de depressão do cérebro, na qual a pessoa passa a ficar desorientada, confusa e pode perder o autocontrole e os reflexos e entrar em processos alucinatórios. Os riscos nesse período referem-se à possibilidade da pessoa adotar comportamentos arriscados e indesejados e, sobretudo, à evolução para a perda de consciência, queda de pressão, surtos de convulsão, podendo levar à entrada em coma e à morte.

Embora os efeitos do uso de uma substância psicotrópica, como o lança-perfume, dependam sempre da sensibilidade da pessoa, da dose consumida, e da circunstância em que o faz, os inalantes e os solventes, quando aspirados, apresentam, mesmo num uso eventual, um sério risco de provocar uma parada cardíaca, pois atuam diretamente no cérebro e sobrecarregam o coração.
O uso crônico de solventes e inalantes pode levar à destruição de neurônios causando lesões irreversíveis no cérebro. Além disso, a aspiração repetida pode levar as pessoas a apresentarem-se apáticas, com dificuldade de concentração e com déficit de memória.

Devido ao uso abusivo do lança-perfume e aos efeitos bastante arriscados que provoca, ele foi proibido no Brasil a partir da década de 60. Hoje sua produção, comercialização e consumo são ilegais. Este fator acarreta um risco a mais, pois com a falta de controle, o produto pode conter substâncias desconhecidas e causar maiores danos à saúde do usuário.
Fonte:Site Álcool e Drogas sem Distorção (www.einstein.br/alcooledrogas)/Programa Álcool e Drogas (PAD) do Hospital Israelita Albert Einstein

24 de jan de 2016

BLOCO SOU FELIZ SEM DROGAS É DESTAQUE NA CITY BANDA 2016

Pelo 3o ano consecutivo o MOVIMENTO "SOU FELIZ SEM DROGAS", idealizado por Nelson Hossri Neto e que tem como presidente de honra Pe. Haroldo, estará participando do maior carnaval de rua de Campinas, a CITY BANDA. O grupo é formado por voluntários, nada é cobrado e tem como foco: alertar o público sobre os riscos do uso excessivo de álcool e do consumo de drogas para a saúde. O objetivo é espalhar a ideia de que ninguém precisa se drogar para se divertir. Durante o evento, serão divulgados endereços de atendimento gratuito a dependentes de drogas e suas famílias.

Algumas mudanças ocorreram nesse ano, devido a mudança do circuito, o CAMAROTE CAMINHÃO DO "SOU FELIZ SEM DROGAS" vai estar fixo, mas, com muita musica, famílias, simpatizantes da causa, voluntários, camisetas, copos personalizados e a sambista oficial Andrea Cerqueira.

Sambista oficial do Movimento SOU FELIZ SEM DROGAS

20 de dez de 2015

NATAL SOLIDÁRIO SOU FELIZ SEM DROGAS

O Movimento SOU FELIZ SEM DROGAS junto com os seus voluntários, atendeu o chamado e colaborou na arrecadação de brinquedos para mais de 250 crianças da região do Campo Grande no município de Campinas. Agradecemos cada um que de forma direta ou indireta proporcionou esse momento de alegria e reflexão sobre a importância de valorizarmos as nossas crianças.


CONFRATERNIZAÇÃO MOVIMENTO SOU FELIZ SEM DROGAS 2015


QUE VENHA 2016 ! ! !


4 de nov de 2015

É MUITO MELHOR SORRIR SEM DROGAS


Campanha do MOVIMENTO "SOU FELIZ SEM DROGAS" JÁ ESTA NO AR.

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16 de out de 2015

Artigo do Especialista em DQ Nelson Hossri é destaque na UNIAD


 Primeiro a vida, depois o futebol, e por fim, o álcool.

Quinta, 15 Outubro 2015 18:15- Fonte: Uniad

Sou ferrenho defensor da não comercialização de bebida alcoólica dentro dos estádios, luto pela retirada da propaganda de bebida alcoólica da televisão e dos meios esportivos. Se conseguimos tirar a do cigarro, conseguiremos tirar a da bebida também. O projeto de Lei do vereador Dr. Cirilo, pelo qual tenho grande respeito e que prega liberar o comércio do álcool dentro dos estádios, é um retrocesso para Campinas e para o futebol.

Segundo pesquisas, após a restrição de bebidas, a violência nos estádios caiu em 70%. Reduziram-se os atendimentos na enfermaria. Foi necessário o aumento do efetivo da polícia feminina, em função da maior presença de crianças e mulheres nos jogos.

Minas Gerais foi o primeiro estado do Brasil a proibir a venda de bebida alcoólica nos estádios. A origem foi um termo de ajustamento de conduta assinado entre o Conselho Nacional dos Procuradores Gerais do Ministério Público dos Estados e a CBF, em 2008.

Dois anos depois houve a inclusão da proibição no Estatuto do Torcedor, o Artigo 13, parágrafo II que determina “não portar objetos, bebidas ou substâncias proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”.

O que mais me impressiona em todo esse projeto de Lei é o argumento de que a bebida alcoólica liberada nos estádios gerará renda para os clubes. Ora, será que não existe outra maneira de gerar fonte de renda para os clubes de futebol sem a necessidade de colocar vidas em risco com atos de violência potencializado pelo uso e abuso do álcool ?

Vale lembrar que as marcas de cigarro não patrocinam mais eventos esportivos e nem propagam anúncios nos meios de televisão. Nem por isso o esporte faliu. Não seria um retrocesso liberar novamente a bebida alcoólica dentro do esporte mais popular do mundo?

Sou favorável a extinção de qualquer tipo de bebida alcoólica dentro dos estádios, fiscalização severa junto ao comércio clandestino, assim evitam-se tumultos na entrada e saída do jogo, momentos em que as pessoas se aglomeram e acabam entrando nas partidas em cima hora - dificultando o esquema de segurança e causando filas e encontro de torcidas rivais. Por fim, sou a favor de uma estratégia de redução de danos e de prevenção através de fortes campanhas educativas dentro dos estádios e em todos os estabelecimentos nas proximidades. Dentro dos estádios apenas a adrenalina natural de uma partida futebolística, camisas dos times, liberação das bandeiras, faixas, músicas e gols. Nas lanchonetes, comidas variadas, do pastel a comidas naturais, sucos diversos, café, refrigerantes e água.

O álcool é a droga responsável pelos maiores atos de violência verbal, física, doméstica e sexual, além de ser responsável pela 3ª doença que mais mata no mundo: o alcoolismo. É também responsável pelos maiores gastos na saúde pública, sendo que 70% dos acidentes de trânsito, desestruturas familiares e atos de criminalidade também derivam do uso e abuso da bebida alcoólica.

Tenho a absoluta certeza de que os clubes de futebol de Campinas conseguem gerar receita sem a necessidade de apoio de qualquer droga. Sugiro a reflexão dos nobres vereadores favoráveis a esse retrocesso para a sociedade campineira. E deixo a ideia de criar um projeto de Lei que obrigue as grandes empresas nacionais e multinacionais destinarem, quando se instalarem em Campinas,  a doação de recursos para os clubes em troca de redução em seus impostos. Assim, preservamos a família campineira, a segurança nos estádios e o consumo consciente sem propagar -  além do uso - o abuso da droga mais perigosa no Brasil, o álcool.

Nelson Hossri
Especialista em Dependência Quimica - Unifesp

http://www.uniad.org.br/interatividade/noticias/item/23677-primeiro-a-vida-depois-o-futebol-e-por-fim-o-%C3%A1lcool




Projeto CÃES, PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA E DROGAS


PL beneficia animais de moradores de rua - Campinas - SP


Gente, páraaaa tudo!!!!!!!! Quando vi esta matéria me senti tão maravilhada que até esqueci minhas dores todas!!!!!!!!!! Que coisa civilizada!!!! Eita, Campinas!!!!! 


O que faz uma administração pública decente, não? eu não sei do resto da prefeitura, mas, este lance da Coordenadoria de prevenção as drogas de Campinas, fez calar meu coração!!!!!!!!  


Fonte: O GRITO DO BICHO

Segue vídeo da matéria:

11 de out de 2015

BEBIDA ALCOÓLICA NOS ESTÁDIOS, NÃO ! ! ! ISSO É UM RETROCESSO.

CORREIO POPULAR - 11/10/2015
Primeiro a vida, depois o futebol, e por fim, o álcool.
Sou ferrenho defensor da não comercialização de bebida alcoólica dentro dos estádios, luto pela retirada da propaganda de bebida alcoólica da televisão e dos meios esportivos. Se conseguimos tirar a do cigarro, conseguiremos tirar a da bebida também. O projeto de Lei do vereador Dr. Cirilo, pelo qual tenho grande respeito e que prega liberar o comércio do álcool dentro dos estádios, é um retrocesso para Campinas e para o futebol.
Segundo pesquisas, após a restrição de bebidas, a violência nos estádios caiu em 70%. Reduziram-se os atendimentos na enfermaria. Foi necessário o aumento do efetivo da polícia feminina, em função da maior presença de crianças e mulheres nos jogos.
Minas Gerais foi o primeiro estado do Brasil a proibir a venda de bebida alcoólica nos estádios. A origem foi um termo de ajustamento de conduta assinado entre o Conselho Nacional dos Procuradores Gerais do Ministério Público dos Estados e a CBF, em 2008.
Dois anos depois houve a inclusão da proibição no Estatuto do Torcedor, o Artigo 13, parágrafo II que determina “não portar objetos, bebidas ou substâncias proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”.
O que mais me impressiona em todo esse projeto de Lei é o argumento de que a bebida alcoólica liberada nos estádios gerará renda para os clubes. Ora, será que não existe outra maneira de gerar fonte de renda para os clubes de futebol sem a necessidade de colocar vidas em risco com atos de violência potencializado pelo uso e abuso do álcool ?
Vale lembrar que as marcas de cigarro não patrocinam mais eventos esportivos e nem propagam anúncios nos meios de televisão. Nem por isso o esporte faliu. Não seria um retrocesso liberar novamente a bebida alcoólica dentro do esporte mais popular do mundo?
Sou favorável a extinção de qualquer tipo de bebida alcoólica dentro dos estádios, fiscalização severa junto ao comércio clandestino, assim evitam-se tumultos na entrada e saída do jogo, momentos em que as pessoas se aglomeram e acabam entrando nas partidas em cima hora - dificultando o esquema de segurança e causando filas e encontro de torcidas rivais. Por fim, sou a favor de uma estratégia de redução de danos e de prevenção através de fortes campanhas educativas dentro dos estádios e em todos os estabelecimentos nas proximidades. Dentro dos estádios apenas a adrenalina natural de uma partida futebolística, camisas dos times, liberação das bandeiras, faixas, músicas e gols. Nas lanchonetes, comidas variadas, do pastel a comidas naturais, sucos diversos, café, refrigerantes e água.
O álcool é a droga responsável pelos maiores atos de violência verbal, física, doméstica e sexual, além de ser responsável pela 3ª doença que mais mata no mundo: o alcoolismo. É também responsável pelos maiores gastos na saúde pública, sendo que 70% dos acidentes de trânsito, desestruturas familiares e atos de criminalidade também derivam do uso e abuso da bebida alcoólica.
Tenho a absoluta certeza de que os clubes de futebol de Campinas conseguem gerar receita sem a necessidade de apoio de qualquer droga. Sugiro a reflexão dos nobres vereadores favoráveis a esse retrocesso para a sociedade campineira. E deixo a ideia de criar um projeto de Lei que obrigue as grandes empresas nacionais e multinacionais destinarem, quando se instalarem em Campinas, a doação de recursos para os clubes em troca de redução em seus impostos. Assim, preservamos a família campineira, a segurança nos estádios e o consumo consciente sem propagar - além do uso - o abuso da droga mais perigosa no Brasil, o álcool.
Nelson Hossri Neto
Especialista em Dependência Química-UNIFESP

20 de ago de 2015

ESCOLA CONSCIENTE

A escola encontra-se diante de um novo desafio e, nesta circunstância, educar para prevenção apresentase como a melhor alternativa para o enfrentamento do consumo de drogas entre estudantes. Prevenção significa dispor com antecipação, impedir ou pelo menos reduzir o consumo.
O ato de prevenir o abuso de drogas admite três níveis de intervenção: primária, secundária e terciária. Na prevenção primária o objetivo é intervir antes que o consumo de drogas ocorra. Cabe à instituição escolar promover um estilo de vida saudável nos alunos, desde crianças bem novas até o jovem adulto A prevenção secundária destina-se aos estudantes que apresentam uso leve ou moderado de drogas, que não são dependentes, mas que correm este risco. A prevenção terciária dirige-se ao usuário dependente. No caso dos estudantes que já consomem drogas, a função da escola é prestar auxílio ao aluno na procura de terapia, apoiar a recuperação e reintegrá-lo na escola, no grupo de amigos, na família. Vale advertir que não compete à escola o tratamento, mas sim, encaminhar adequadamente o caso.

4 de ago de 2015

ABAIXO ASSINADO - RETIRADA DA PROPAGANDA DE BEBIDA ALCOÓLICA DA TELEVISÃO, MEIOS ESPORTIVOS...

Estamos na luta PARA RETIRADA DA PROPAGANDA DE BEBIDA ALCOÓLICA DA TELEVISÃO, MEIOS ESPORTIVOS E UMA REGULAMENTAÇÃO VERDADEIRA da mesma, igual conseguimos com a do cigarro. São mais de 1 milhão de assinaturas já recebidas em todo o Brasil e agora estamos com esse abaixo assinado via internet. Nos ajude, repasse, compartilhe, curta e o principal, assine.


30 de jul de 2015

CORRIDA e FUNCIONAL

Galera, o Movimento "Sou Feliz sem Drogas" idealizado pelo Nelson Hossri Neto com o Pe. Haroldo em 2005, agora tem um grupo de corrida e treinamento funcional todas as 3a feiras as 19h no Taquaral (portão 7 das quadras). 

Tudo sera acompanhado pelo amigo e voluntario personal trainer e educador fisico Bruno Faria 

Interessados por favor enviar nome e telefone para soufelizsemdrogas@yahoo.com.br


ESPORTE É PREVENÇÃO, ENTÃO VENHA PARTICIPAR VOCÊ TAMBÉM.



19 de jun de 2015

SÃO 03 OS TIPOS DE INTERNAÇÕES

saiba-mais
Internação voluntária
É quando o dependente químico
procura ajuda por livre vontade

Internação involuntária
É solicitada pelos familiares, quando o dependente não consegue mais responder por suas ações.O pedido precisa ser validado por um médico psiquiatra e o serviço de saúde tem até 72 horas para informar o Ministério Público da região sobre a internação e sobre os motivos.

Internação compulsória
Utilizada apenas em casos extremos, este tipo de internação, prevista em lei federal, não precisa de autorização da família nem do paciente. Ela é determinada após avaliação do depende químico por profissionais de saúde, com pedido formal elaborado pelo médico. Este tipo de internação só é solicitada quando o paciente, extremamente debilitado, já não tem mais domínio sobre sua condição psicológica e física. Ela só é feita com o pedido do Ministério Publico ao Judiciário. Caso o dependente não precise ser internado, o médico pode orientar tratamento ambulatorial, identificando o endereço mais perto da sua residência.

8 de jun de 2015

SEMANA DE PREVENÇÃO ÀS DROGAS DE CAMPINAS/SP


SEMANA DE PREVENÇÃO ÀS DROGAS DE CAMPINAS
22 DE JUNHO
HORARIO: 19H
TEMA: A DROGA E A FAMÍLIA
APRESENTAÇÃO: GRUPO DE DANÇA BRILHO DO SOL TEATRO
PALESTRANTE: CRISTIANE VIDOLIN E THIAGO CESAR SIMPLIANO
23 DE JUNHO
HORARIO: 10H
TEMA: PROGRAMA RECOMEÇO
PALESTRANTE: NELSON HOSSRI
24 DE JUNHO
HORARIO: 17H30
TEMA: DROGAS ! ONDE BUSCAR AJUDA
PALESTRANTE: NELSON HOSSRI (ESPECIALISTA EM DEPENDÊNCIA QUÍMICA)
ELAINE ESTEVES (ASSISTENTE SOCIAL)
25 DE JUNHO
LOCAL: PREVENÇÃO ITINERANTE – REGIÃO TERMINAL CENTRAL
HORARIO: 10H ÀS 16H
AÇÃO: Atendimento, panfletagem, orientação e encaminhamento.
26 DE JUNHO
VISITA AO CENTRO DE TRATAMENTO
HORÁRIO: DAS 9H ÀS 17H
Inscrição limita para 20 pessoas no Máximo. (almoço incluso)
TEMA: COMO FUNCIONA UM CENTRO DE TRATAMENTO E DEPOIMENTO
As atividades são gratuitas e abertas ao público em geral, porém as vagas são limitadas e as inscrições devem ser realizadas por meio do telefone: (19) 3282.9209 ou pelo e-mail prevencao.drogas.campinas@gmail.com (enviar nome e telefone)

19 de fev de 2015

20 de FEVEREIRO - DIA NACIONAL DE COMBATE AO ALCOOLISMO



"Alcoolismo é a terceira doença que mais mata no mundo, perdendo apenas para a doença do coração e câncer, mas vale lembrar que em muitos casos a doença do coração e alguns tipos de câncer foram desenvolvidas devido ao uso e abuso da bebida alcoólica", relata Nelson Hossri, especialista em dependência química.


DIA 20 DE FEVEREIRO É O DIA NACIONAL DE COMBATE AO ALCOOLISMO (DOENÇA CRONICA, PROGRESSIVA, ESPIRITUAL, FÍSICA, MENTAL E INCURÁVEL).

Há uma grande variedade de bebidas alcoólicas espalhadas pelo mundo, fazendo do álcool a substância psicoativa mais popular do planeta.

Obtido por fermentação ou destilação da glicose presente em cereais, raízes e frutas, o etanol (ou álcool etílico) é consumido exclusivamente por via oral. O Brasil detém o primeiro lugar do mundo no consumo de destilados de cachaça e é o quinto maior produtor de cerveja.

O álcool é a droga preferida dos brasileiros (68,7% do total), seguido pelo tabaco, maconha, cola, estimulantes, ansiolíticos, cocaína, xaropes e estimulantes, nesta ordem. No País, 90% das internações em hospitais psiquiátricos por dependência de drogas, acontecem devido ao álcool. Motoristas alcoolizados são responsáveis por 80% dos acidentes fatais em São Paulo.

O alcoolismo é a terceira doença que mais mata no mundo. Além disso, causa 350 doenças (físicas e psiquiátricas) e tornam dependentes da droga um de cada dez usuários de álcool.

O álcool é a droga que mais faz vítimas; e é a mais consumida entre os jovens no Brasil. O índice de câncer entre os bebedores é alarmante, quer por ação tópica do próprio álcool sobre as mucosas, quer por conta dos aditivos químicos de ação cancerígena que entram no processo de fabricação das bebidas.

Fonte: ABEAD (Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

10 de fev de 2015

CITY BANDA - BLOCO SOU FELIZ SEM DROGAS 2015

Agradecemos o carinho e a confiança de todos. São quase 10 anos trabalhando PREVENÇÃO ÀS DROGAS e pelo 3o ano consecutivo conseguimos atingir o nosso objetivo no carnaval mais popular de rua de Campinas City Banda, através do nosso CAMAROTE CAMINHÃO "Sou Feliz sem Drogas"

Provando mais uma vez que dá pra curtir o carnaval sem drogas.

Parabéns Voluntários e Voluntárias !!!

Confira todas as fotos na fan page do FACEBOOK:  Sou Feliz sem Drogas.

Fotos By Dani Martini Naufel

Muita festa no Camarote Caminhão do Movimento "Sou Feliz sem Drogas"

Publico chegando para o bloco Sou Feliz sem Drogas

Um carnaval na contra mão, mostrando que famílias, 
crianças e adultos podem se divertir sem drogas.

Nosso Caminhão Camarote realizando 
prevenção às drogas no carnaval de Campinas.

Espaço do Camarote Caminhão Sou Feliz sem Drogas, mais segurança e ordem.
Nelson Hossri, idealizador do Movimento Sou Feliz sem Drogas

28 de jan de 2015

IDEIA NOVA - CARNAVAL SEM DROGAS - CITY BANDA

 Junto com a City Banda, o Movimento "Sou Feliz Sem Drogas" participará do desfile de rua com um bloco exclusivo


Pelo terceiro ano consecutivo, o Carnaval de rua de Campinas terá um bloco especial para quem quer cair na folia mas que não gosta ou não quer consumir bebida alcoólica. Junto com a City Banda, o movimento Sou Feliz Sem Drogas participará do desfile de rua com um bloco exclusivo.

Segundo o idealizador do movimento, Nelson Hossri, no bloco Sou Feliz Sem Drogas é possível se divertir sem o uso e abuso da bebida alcoólica. "Tragam sua família, seus filhos e vamos comprovar que dá para curtir o Carnaval sem o exagero ou o uso da bebida álcoolica!", convida Hossri.

Para ele a diretoria do City Banda realiza, com excelência, um trabalho importante para a população, resgatando a cultura e história da festa popular. A concentração do bloco "Sou Feliz Sem Drogas" está marcada junto ao seu principal símbolo, um caminhão do exercito de 1973 que vai servir de camarote e ficara estacionado na Rua Cel Quirino, no Cambuí (em frente ao Tênis Clube de Campinas) no sábado, dia 07 de fevereiro, a partir das 11h. É gratuito.

23 de jan de 2015

A VERDADEIRA FACE DE MARCO ARCHER - O TRAFICANTE


 
Prezados(as) amigos(as)

Vocês acompanharam pela mídia na última semana, as notícias da execução do brasileiro na Indonésia. E o PT ainda queria que a Indonésia poupasse o bandido; por essas e outras que a Menor Idade penal não é aprovado nesse país de 4º mundo - uma vergonha! Segue abaixo um texto para auxiliar na reflexão de cada um.

O perfil de Marco Archer por um jornalista que conversou com ele 4 dias na prisão.

Nos bons tempos
O reporter Renan Antunes de Oliveira entrevistou Marco Archer em 2005, numa prisão na Indonésia. 
 
Abaixo, seu relato:
O carioca Marco Archer Cardoso Moreira viveu 17 anos em Ipanema, 25 traficando drogas pelo mundo e 11 em cadeias da Indonésia, até morrer fuzilado, aos 53, neste sábado (17), por sentença da Justiça deste país muçulmano.
Durante quatro dias de entrevista em Tangerang, em 2005, ele se abriu para mim: “Sou traficante, traficante e traficante, só traficante”.
Demonstrou até uma ponta de orgulho: “Nunca tive um emprego diferente na vida”. Contou que tomou “todo tipo de droga que existe”.
Naquela hora estava desafiante, parecia acreditar que conseguiria reverter a sentença de morte.
Marco sabia as regras do país quando foi preso no aeroporto da capital Jakarta, em 2003, com 13,4 quilos de cocaína escondidos dentro dos tubos de sua asa delta. Ele morou na ilha indonésia de Bali por 15 anos, falava bem a língua bahasa e sentiu que a parada seria dura.
Tanto sabia que fugiu do flagrante. Mas acabou recapturado 15 dias depois, quando tentava escapar para o Timor do Leste. Foi processado, condenado, se disse arrependido. Pediu clemência através de Lula, Dilma, Anistia Internacional e até do papa Francisco, sem sucesso. O fuzilamento como punição para crimes é apoiado por quase 70% do povo de lá.
Na mídia brasileira, Marco foi alternadamente apresentado como “um garoto carioca” (apesar dos 42 anos no momento da prisão), ou “instrutor de asa delta”, neste caso um hobby transformado na profissão que ele nunca exerceu.
Para Rodrigo Muxfeldt Gularte, 42, o outro brasileiro condenado por tráfico, que espera fuzilamento para fevereiro, companheiro de cela dele em Tangerang, “Marco teve uma vida que merece ser filmada”.
Rodrigo até ofereceu um roteiro sobre o amigo à cineasta curitibana Laurinha Dalcanale, exaltando: “Ele fez coisas extraordinárias, incríveis.”
O repórter pediu um exemplo: “Viajou pelo mundo todo, teve um monte de mulheres, foi nos lugares mais finos, comeu nos melhores restaurantes, tudo só no glamour, nunca usou uma arma, o cara é demais.”
Para amigos em liberdade que trabalharam para soltá-lo, o que aconteceu teria sido “apenas um erro” do qual ele estaria arrependido.

Em 2005, logo depois de receber a sentença de morte num tribunal em Jacarta
Na versão mais nobre, seria a tentativa desesperada de obter dinheiro para pagar uma conta de hospital pendurada em Cingapura – Marco estaria preocupado em não deixar o nome sujo naquele país. A conta derivou de uma longa temporada no hospital depois de um acidente de asa delta. Ter sobrevivido deu a ele, segundo os amigos, um incrível sentimento de invulnerabilidade.
Ele jamais se livrou das sequelas. Cheio de pinos nas pernas, andava com dificuldade, o que não o impediu de fugir espetacularmente no aeroporto quando os policiais descobriram cocaína em sua asa delta.
Arriscou tudo ali. Um alerta de bomba reforçara a vigilância no aeroporto. Ele chegou a pensar em largar no aeroporto a cocaína que transportava e ir embora, mas decidiu correr o risco.
Com sua ficha corrida, a campanha pela sua liberdade nunca decolou das redes sociais. A mãe dele, dona Carolina, conseguiu o apoio inicial de Fernando Gabeira, na Câmara Federal, com voto contra de Jair Bolsonaro.
O Itamaraty e a presidência se mexeram cada vez que alguma câmera de TV foi ligada, mesmo sabendo da inutilidade do esforço.
Mesmo aparentemente confiante, ele deixava transparecer que tudo seria inútil, porque falava sempre no passado, em tom resignado: “Não posso me queixar da vida que levei”.
Marco me contou que começou no tráfico ainda na adolescência, diretamente com os cartéis colombianos, levando coca de Medellín para o Rio de Janeiro. Adulto, era um dos capos de Bali, onde conquistou fama de um sujeito carismático e bem humorado.
A paradisíaca Bali é um dos principais mercados de cocaína do mundo graças a turistas ocidentais ricos que vão lá em busca de uma vida hedonista: praias deslumbrantes, droga fácil, farta — e cara.
O quilo da coca nos países produtores, como Peru e Bolívia, custa 1 000 dólares. No Brasil, cerca de 5 000. Em Bali, a mesma coca é negociada a preços que variam entre 20 000 e 90 000 dólares, dependendo da oferta. Numa temporada de escassez, por conta da prisão de vários traficantes, o quilo chegou a 300 000 dólares.
Por ser um dos destinos prediletos de surfistas e praticantes de asa delta, e pela possibilidade de lucros fabulosos, Bali atrai traficantes como Marco. Eles se passam por pessoas em busca de grandes ondas, e costumam carregar o contrabando no interior das pranchas de surf e das asas deltas. Archer foi pego assim. Tinha à mão, sempre que desembarcava nos aeroportos, um álbum de fotos que o mostrava voando, o que de fato fazia.
O homem preso por narcotráfico passou a maior parte da entrevista comigo chapado. O consumo de drogas em Tangerang era uma banalidade.
Pirado, Marco fazia planos mirabolantes – como encomendar de um amigo carioca uma nova asa, para quando saísse da cadeia.
Nos momentos de consciência, mostrava que estava focado na grande batalha: “Vou fazer de tudo para sair vivo desta”.
Marco era um traficante tarimbado: “Nunca fiz nada na vida, exceto viver do tráfico.” Gabava-se de não ter servido ao Exército, nem pagar imposto de renda. Nunca teve talão de cheques e ironizava da única vez numa urna: “Minha mãe me pediu para votar no Fernando Collor”.
A cocaína que ele levava na asa tinha sido comprada em Iquitos, no Peru, por 8 mil dólares o quilo, bancada por um traficante norte-americano, com quem dividiria os lucros se a operação tivesse dado certo: a cotação da época da mercadoria em Bali era de 3,5 milhões de dólares.
Marco me contou, às gargalhadas, sua “épica jornada” com a asa cheia de drogas pelos rios da Amazônia, misturado com inocentes turistas americanos. “Nenhum suspeitou”. Enfim chegou a Manaus, de onde embarcou para Jakarta: “Sair do Brasil foi moleza, nossa fiscalização era uma piada”.

O momento em que ele recebeu, nesta semana, a confirmação da data do fuzilamento
Na chegada, com certeza ele viu no aeroporto indonésio um enorme cartaz avisando: “Hukuman berta bagi pembana narkotik’’, a política nacional de punir severamente o narcotráfico.
“Ora, em todo lugar do mundo existem leis para serem quebradas”, me disse, mostrando sua peculiar maneira de ver as coisas: “Se eu fosse respeitar leis nunca teria vivido o que vivi”.
Ele desafiou o repórter: “Você não faria a mesma coisa pelos 3,5 milhões de dólares”?
Para ele, o dinheiro valia o risco: “A venda em Bali iria me deixar bem de vida para sempre” – na ocasião, ele não falou em contas hospitalares penduradas.
Marco parecia exagerar no número de vezes que cruzou fronteiras pelo mundo como mula de drogas: “Fiz mais de mil gols”. Com o dinheiro fácil manteve apartamentos em Bali, Hawai e Holanda, sempre abertos aos amigos: “Nunca me perguntaram de onde vinha o dinheiro pras nossas baladas”.
Marco guardava na cadeia uma pasta preta com fotos de lindas mulheres, carrões e dos apartamentos luxuosos, que seriam aqueles onde ele supostamente teria vivido no auge da carreira de traficante.
Num de seus giros pelo mundo ele fez um cursinho de chef na Suíça, o que foi de utilidade em Tangerang. Às vezes, cozinhava para o comandante da cadeia, em troca de regalias.
Eu o vi servindo salmão, arroz à piemontesa e leite achocolatado com castanhas para sobremesa. O fornecedor dos alimentos era Dênis, um ex-preso tornado amigão, que trazia os suprimentos fresquinhos do supermercado Hypermart.
Marco queria contar como era esta vida “fantástica” e se preparou para botar um diário na internet. Queria contratar um videomaker para acompanhar seus dias. Negociava exclusividade na cobertura jornalística, queria escrever um livro com sua experiência – o que mais tarde aconteceu, pela pena de um jornalista de São Paulo. Um amigo prepara um documentário em vídeo para eternizá-lo.
Foi um dos personagens de destaque de um bestseller da jornalista australiana Kathryn Bonella sobre a vida glamurosa dos traficantes em Bali — orgias, modelos ávidas por festas e drogas depois de sessões de fotos, mansões cinematográficas.
Diplomatas se mexeram nos bastidores para tentar comprar uma saída honrosa para Marco. Usaram desde a ajuda brasileira às vítimas do tsunami até oferta de incremento no comércio, sem sucesso. Os indonésios fecharam o balcão de negócios.

As execuções são assim
 
O assessor internacional de Dilma, Marco Aurélio Garcia, disse que o fuzilamento deixa “uma sombra” nas relações bilaterais, mas na lateral deles o pessoal não tá nem aí.
 
A mãe dele, dona Carolina, funcionária pública estadual no Rio, se empenhou enquanto deu para livrar o ‘garotão’ da enrascada, até morrer de câncer, em 2010.
 
As visitas dela em Tangerang eram uma festa para o staff da prisão, pra quem dava dinheiro e presentes, na tentativa de aliviar a barra para o filhão.
 
Com este empurrão da mamãe Marco reinou em Tangerang, nos primeiros anos – até ser transferido para outras cadeias, à espera da execução.
 
Eu o vi sendo atendido por presos pobres que lhe serviam de garçons, pedicures, faxineiros. Sua cela tinha TV, vídeo, som, ventilador, bonsais e, melhor ainda, portas abertas para um jardim onde ele mantinha peixes num laguinho. Quando ia lá, dona Carola dormia na cama do filho.
 
Marco bebia cerveja geladinha fornecida por chefões locais que estavam noutro pavilhão. Namorava uma bonita presa conhecida por Dragão de Komodo. Como ela vinha da ala feminina, os dois usavam a sala do comandante para se encontrar.

A namorada
 
A malandragem carioca ajudou enquanto ele teve dinheiro. Ele fazia sua parte esbanjando bom humor. Por todos os relatos de diplomatas, familiares e jornalistas que o viram na cadeia de tempos em tempos, Marco, apelidado Curumim em Ipanema, sempre se mostrou para cima. E mantinha a forma malhando muito.
Para ele, a balada era permanente. Nos últimos anos teve várias mordomias, como celular e até acesso à internet, onde postou algumas cenas.
 
Um clip dele circulou nos últimos dias – sempre sereno, dizendo-se arrependido, pedindo a segunda chance: “Acho que não mereço ser fuzilado”.
 
Marco chegou ao último dia de vida com boa aparência, pelo menos conforme as imagens exibidas no Jornal Hoje, da Globo. Mas tinha perdido quase todos os dentes em sua temporada na prisão, como relatou a jornalista e escritora australiana. No Facebook, ela disse guardar boas recordações de Archer, e criticou a “barbárie” do fuzilamento.
 
Numa gravação por telefone, ele ainda dava conselhos aos mais jovens, avisando que drogas só podem levar à morte ou à prisão.
 
Sua voz estava firme, parecia esperar um milagre, mesmo faltando apenas 120 minutos pra enfrentar o pelotão de fuzilamento – a se confirmar, deixou esta vida com o bom humor intacto, resignado.
 
Sabe-se que ele pediu uma garrafa de uísque Chivas Regal na última refeição e que uma tia teria lhe levado um pote de doce-de-leite.
 
O arrependimento manifestado nas últimas horas pode ser o reflexo de 11 anos encarcerado. Afinal, as pessoas mudam. Ou pode ter sido encenação. Só ele poderia responder.
 
Para mim, o homem só disse que estava arrependido de uma única coisa: de ter embalado mal a droga, permitindo a descoberta pela polícia no aeroporto.
 
“Tava tudo pronto pra ser a viagem da minha vida”, começou, ao relatar seu infortúnio.
 
Foi assim: no desembarque em Jakarta, meteu o equipamento no raio x. A asa dele tinha cinco tubos, três de alumínio e dois de carbono. Este é mais rijo e impermeável aos raios: “Meu mundo caiu por causa de um guardinha desgraçado”, reclamou.
 
“O cara perguntou ‘por que a foto do tubo saía preta’? Eu respondi que era da natureza do carbono. Aí ele puxou um canivete, bateu no alumínio, fez tim tim, bateu no carbono, fez tom tom”.
 
O som revelou que o tubo estava carregado, encerrando a bem-sucedida carreira de 25 anos no narcotráfico.
 
Marco ainda conseguiu dar um drible nos guardas. Enquanto eles buscavam as ferramentas, ele se esgueirou para fora do aeroporto, pegou um prosaico táxi e sumiu. Depois de 15 dias pulando de ilha em ilha no arquipélago indonésio passou sua última noite em liberdade num barraco de pescador, em Lombok, a poucas braçadas de mar da liberdade.
 
Acordou cercado por vários policiais, de armas apontadas. Suplicou em bahasa que tivessem misericórdia dele.
 
No sábado, enfrentou pela última vez a mesma polícia, mas desta vez o pessoal estava cumprindo ordens de atirar para matar.